Funcionalidades
O que o PULSO faz.
E o que ele não faz.
O sistema que assume a sua academia num dia marcado — sem cobrar ninguém duas vezes e sem barrar quem pagou.
As funcionalidades estão na ordem em que o dono compra: primeiro a mensalidade entra, depois a catraca obedece, depois o repasse do agregador aparece na sua tela. Agenda, ficha de treino, app do aluno e DRE estão no mesmo plano — eles seguram a renovação, não fecham a venda, e por isso não abrem esta página. No fim tem a lista do que o PULSO não faz, com o motivo de cada linha.
01
A mensalidade entra
A régua de cobrança anda nos dois sentidos: escala até bloquear e desescala no instante em que o dinheiro cai.
Boleto e Pix avulso convivem com 15% a 25% de inadimplência no setor; cartão recorrente tokenizado trabalha entre 3% e 5%. E de 20% a 35% do que o dono perde não é gente que decidiu sair — é cartão recusado que ninguém viu. Ele não chama isso de churn: chama de “o sistema não avisou”.
Por isso a cobrança aqui não é um if de dez dias dentro de uma rotina de limpeza. É um subsistema com estado próprio, e o seed padrão é este:
O lembrete de D−3 é a ação de maior retorno da régua inteira, e é a mais barata. As retentativas são classificadas — soft tenta de novo, hard não adianta tentar, não-retentável nem tenta — porque insistir num cartão cancelado só queima tarifa e paciência.
E antes de qualquer retentativa a pergunta vai pro provedor, nunca pra linha do nosso banco. É a única consulta capaz de enxergar um Pix que caiu direto na chave da academia — e é o que impede a cobrança duplicada, que é a reclamação número 1 de qualquer recorrência.
A desescalada não é um extra: o bloqueio deixou de ser evento e virou estado derivado, recalculado na baixa do título, em cada passo da régua e por reconciliação periódica. Um produto que bloqueia e não desbloqueia não é recuperação de inadimplência.
O dinheiro é seu e não passa por aqui. A conta no gateway é da academia — Asaas, Vindi, ou manual, que é de primeira classe e não um modo de segunda. Nós não operamos adquirência, não retemos recebível e não antecipamos nada.
O que não tem: negativação, acordo de dívida e proposta de parcelamento saíram da fase 1 inteira. Lado a lado com um incumbente que mostra essas telas na demo, isto é um “não temos” — dito agora, e não no segundo mês.
02
A catraca obedece
Pagou, passa. Venceu, não passa. Pagou de novo, passa — e o alvo entre a baixa e a catraca é de 60 segundos.
Cada unidade tem um agente local que fala o protocolo do equipamento e entrega um contrato só pro sistema. O motor de decisão é o mesmo código no servidor e no agente — não existe uma regra na nuvem e outra na porta —, e o alvo é decidir em menos de 250 ms.
Na fase 1 a decisão é online: a catraca fala com a nuvem, e quando a internet cai o equipamento entra no modo de contingência do próprio fabricante. O agente que decide sozinho com um snapshot local, degradando só as camadas financeira e de escopo, é fase 2. Isso vai escrito na proposta — a degradação é vendida junto, não descoberta num sábado às 19h com fila na catraca.
O equipamento é Control iD, linha V5, em modo Pro. A gente não escreve “compatível com catracas”: cada fabricante é um protocolo diferente, e dois dos quatro mais comuns em academia nem falam HTTP.
O aluno paga o boleto vencido na lotérica às 18h e chega às 19h — o retorno do banco é só amanhã. Para isso existe a isenção de pagamento em processamento, que libera por três dias úteis, e o botão de liberação manual de um clique, com motivo, validade que expira sozinha e relatório de quem liberou o quê.
O motivo do bloqueio nunca chega no display. O aparelho mostra mensagem neutra — “Procure a recepção” — e o motivo real fica na tela privada de quem atende. Lista de inadimplente em área comum e chamar o aluno em voz alta são proibidos pelo produto: é o CDC art. 42, e já existe condenação de academia por dano moral em impedimento de acesso exposto.
O que não tem: segundo fabricante de catraca na v1, e template biométrico no nosso banco — a digital fica no equipamento, a gente adota o identificador. A consequência honesta disso é que trocar de fabricante exige recadastro da base.
03
O repasse aparece
Ticket efetivo por check-in pago, mês a mês, na sua tela — e não no portal deles.
Wellhub e TotalPass pagam por check-in validado, e o extrato mora no portal do agregador. Existe caso público de repasse caindo de R$ 21,67 para R$ 16,42 no TotalPass — 24% a menos, sem nada mudar do lado da academia — que ninguém contestou, porque ninguém tinha o número anterior na tela.
A conciliação mostra três coisas, e as três saem do seu extrato:
- Ticket efetivoFaturado dividido por linhas pagas, com série mês a mês. É a conta que o portal não faz por você, e é onde uma redução silenciosa aparece.
- Linhas que o extrato não explicaR$ 0,00 sem motivo classificado: contadas e mostradas em número e percentual — nunca convertidas em reais.
- Desvio contra o contratadoOpcional, e só se você digitar o valor que negociou. Nenhum real de divergência é publicado sem o valor unitário ter saído do seu arquivo.
Essa última regra é o produto inteiro em uma frase. Boa parte das linhas zeradas é teto mensal e primeira visita — contratualmente devidas a ninguém. Multiplicar isso por uma constante nossa produziria um número nosso vendido como número seu, e mandaria você cobrar do parceiro uma dívida que não existe.
Na linha a linha, sete coisas diferentes hoje se chamam “divergência” e só duas delas são dinheiro que dá pra reclamar. As outras cinco valem mais: elas mostram quanto você está atendendo de graça sem saber, e o atraso de repasse aparece como o que ele é — risco de caixa, não erro do parceiro.
O que não tem: integração homologada. Não estamos na vitrine oficial de Wellhub nem de TotalPass, e a palavra “integrado” não aparece neste site antes disso. Hoje o token de 13 dígitos é lido pelo próprio aluno num QR no totem da recepção — o que tira a digitação do pico das 19h, mas não é a integração. Conciliação de repasse é desde o dia 1; check-in automático, quando a homologação sair, com data.
A troca é o produto
Os sistemas grandes já têm treino, avaliação, CRM e app. O que eles não têm é como te tirar de lá sem dor — e a reclamação pública deles é exatamente essa: migração incompleta e cobrança indevida.
Por isso a virada de chave não é um serviço vendido por fora: é uma das quatro coisas do núcleo, com calendário, conferência assinada e reversão auditável.
D−30
A base da origem entra em sombra e o agente da catraca é instalado em modo de leitura — ele ainda não decide nada. A conferência das divergências é com o dono, na mesa.
D−30 a D−1
Recepção em paralelo, só consulta. É aqui que acontece a coisa que de fato decide a troca: a reautorização do cartão no balcão. Token de cartão não é portátil entre gateways — quem vem de um sistema com gateway próprio recoleta 100% da base.
D−7
Segunda conferência da base, com as contagens lado a lado.
D0 −2h
Posse do equipamento e releitura obrigatória do parque, com diff por ID. Divergência num ID já adotado aborta a virada — zero tolerância.
D0
Produção, com carência reforçada, painel de barrados ao vivo e liberação manual de um clique. O acesso corta num instante único; não existe meia catraca.
D0 a D+7
Janela de reversão. O rollback nunca deleta: a unidade vai a somente-leitura, o que foi importado é suspenso, e a exportação completa é pré-requisito da reversão.
D+30
Fechamento com os números na mesa: cobrado contra esperado, bloqueios, liberações manuais, divergências de repasse e percentual de reconsentimento.
Não existe convivência de catraca. O equipamento tem um dono só. O que convive por 30 dias são dados e cobrança; o acesso corta num instante único, em D0. São duas frases a mais em toda venda, e são a verdade.
A reversão é sem estorno até a primeira liquidação. Depois dela, com plano de estorno aprovado item a item — e com a parte do MDR que não volta declarada na hora, porque ela não volta mesmo.
Quando o efeito aparece: primeiro efeito mensurável de inadimplência em D+45, ROI cheio no segundo ciclo. Entre a assinatura e o primeiro real recuperado passam cerca de 75 dias, e quem promete sete vezes no primeiro mês está plantando a reclamação que a gente usa como flanco. A janela de sombra é gratuita, e a mensalidade começa em D0 — não na assinatura do contrato.
Não existe “sem setup”. A implantação é obrigatória e é cobrada: metade no aceite, metade na virada. Pacto e EVO também cobram. A primeira metade é o que faz o cliente aparecer nas reuniões de D−30 e D−7; a segunda é o que mantém o nosso incentivo em virar a chave de fato.
Um plano só
Acabaram os módulos. Não tem Basic, Pro e Enterprise; não tem “componha seu plano”; não tem “pague só pelo que usa”.
Tudo que está nesta página está no mesmo plano, inclusive agenda, ficha de treino, app do aluno e o financeiro-contábil com DRE. O preço acompanha o número de alunos ativos numa curva contínua, e a fronteira entre uma faixa e a seguinte não tem degrau — de propósito: degrau dá ao dono o incentivo de não cadastrar o próximo aluno, e é justamente o cadastro que a gente mede pra te devolver métrica. Os números vigentes estão em preços.
Suporte são três coisas, e elas não são a mesma. A fila não crítica é atendida de segunda a sexta, das 8h às 18h, pra todo mundo e sem linha na fatura. Catraca parada e cobrança falhando são atendidas das 6h às 23h, de segunda a sábado, também pra todo mundo e também sem linha na fatura — a porta física não é alavanca comercial. E existe um item opcional que estende a fila não crítica pra essa mesma janela maior.
Não são sete dias e a madrugada não é coberta: academia 24h tem uma janela em que ninguém atende, e isso está em contrato, não numa nota de rodapé. Tempo de resposta a gente não publica — publica a janela. Número de minutos antes de ter base pra medir é chute com cara de SLA.
Sem fidelidade, sem multa de cancelamento e com exportação completa quando você quiser, sem pedir. Quem vive de taxa sobre o seu faturamento não assina isso.
O que o PULSO não faz
Esta lista é diferencial competitivo, não fraqueza. O flanco contra o sistema grande é a promessa que ele não cumpriu — então a gente prefere perder a venda aqui do que no segundo mês.
Integração homologada com Wellhub e TotalPass
Não temos. Homologação é publicação na vitrine oficial dos dois, e a palavra "integrado" só entra neste site no dia em que ela sair. Até lá: conciliação de repasse desde o dia 1, e check-in pelo token lido no totem.
Catraca que não seja Control iD
A v1 tem um runtime de catraca só. Topdata, Henry, Madis, Intelbras e ZKTeco ficam de fora — cada fabricante é um protocolo diferente, e dois dos mais comuns nem falam HTTP. "Compatível com catracas" é a frase que mata projeto de catraca.
Negativação, acordo de dívida e parcelamento
Saíram da fase 1 inteira. Negativação é convênio com bureau, fila humana, prazo do CDC e resposta a Procon — papel que o time não tem. Num comparativo com quem tem essa tela, a gente perde essa parte da demo.
Avaliação física com profundidade de sistema especializado
A ficha de treino está no plano; avaliação física não, e tem data publicada em vez de promessa vaga. Nenhum dos dois fecha a venda — eles seguram a renovação, e é por isso que não abrem esta página.
Balanço patrimonial
DRE, fluxo de caixa projetado e exportação pro contador estão no plano. Balanço não: o indicador de "fecha" dele é verdadeiro por construção aritmética e não detecta erro nenhum. E o disclaimer continua valendo — consulte seu contador antes de usar pra fins fiscais.
Template biométrico no nosso banco
A digital fica no equipamento. A gente adota o identificador externo, não o template — o que também significa que trocar de fabricante exige recadastro, e a gente diz isso antes de vender, não depois.
Rede entre CNPJs distintos (franquia)
Fica fora da venda da v1.0. A capacidade multiunidade existe no desenho — base de cobrança do tenant deduplicada por pessoa, bloqueio por unidade, fuso por unidade —, o que falta é a forma de cobrar por ela.
Adquirência, custódia e antecipação de recebível
Não operamos nenhuma das três. A conta no gateway é da academia, e o dinheiro do aluno não passa pela nossa infraestrutura em momento nenhum.
Pilates, natação e CrossFit como vertical
Vocabulário e agenda próprios. É outro produto, e fingir que não é custa caro na primeira semana de uso.
A troca tem data marcada
A venda é por proposta, com o calendário D−30 / D0 / D+30 ao lado do preço: a gente cota a implantação contra a contagem do seu export antes do aceite, e não depois. Se a sua catraca não for Control iD, ou se mais de 20% dos seus check-ins vierem de agregador, a gente diz que não é pra agora — essas duas são recusa de venda, não letra miúda.
Ver o preço por aluno ativo